Day: February 11, 2016

Windows 10 é agora uma ‘atualização recomendada’

Todos os utilizadores do Windows 7 e do Windows 8.1 vão ver ao longo das próximas semanas o novo sistema operativo a ser listado como um update recomendado. A Microsoft defende que nenhum computador fará a atualização sem o consentimento do utilizador.

A Microsoft entrou na última fase de atualização do Windows 10: depois de os utilizadores terem tido a oportunidade de reservar o sistema operativo num primeiro momento, o sistema operativo passou a ser uma atualização opcional numa segunda fase. Nesta terceira e última etapa é uma atualização recomendada.

Quer isto dizer que se o utilizador tiver as atualizações automáticas ativadas o Windows 10 será descarregado para o computador e irá iniciar o processo de instalação sozinho.

A Microsoft garante no entanto que só através do consentimento específico do utilizador é que será possível as máquinas Windows 7 ou Windows 8.1 passarem para o novo software.

Mas para o caso de ocorrer algum imprevisto ou até de haver um engano na interpretação das atualizações, os que não estiverem satisfeitos com o Windows 10 têm 30 dias para reverter o update.

A indicação do Windows 10 como uma atualização recomendada coloca-o a par das atualizações de segurança que têm como objetivo corrigir as vulnerabilidades e os problemas mais graves que existem no software.

Este ‘forcing’ final está desde ontem, 1 de fevereiro, a ser implementado como relata o ZDNet. Deverá chegar aos utilizadores elegíveis de todo o mundo ao longo das próximas semanas.

Recorda-se que a atualização para o Windows 10 só será gratuita até ao dia 29 de julho. Atualmente o sistema operativo já está instalado em 200 milhões de dispositivos, tendo a Microsoft o objetivo de chegar aos mil milhões de equipamentos nos próximos dois anos.

Carro sem condutor da Google

A National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA), autoridade norte-americana que corresponde ao nosso Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT), declarou que o computador responsável por controlar os chamados carros será considerado um condutor sob as leis federais daquele país.

A declaração surgiu em resposta a um pedido anterior da Google sobre a forma correta de homologar o carro sem condutor que tem vindo a desenvolver.

A gigante tecnológica submeteu a sua proposta de carro que “não precisa de ter um condutor humano” no passado mês de novembro.

Em resposta enviada há uns dias atrás, a NHTSA diz que vai “interpretar ‘condutor’” no contexto do veículo motorizado descrito pela Google como o sistema de autocondução que o controla, “e não como um dos ocupantes do veículo”.

A entidade reguladora concorda que o carro autónomo da Google “não tenha um ‘condutor’ no sentido tradicional em que os carros tiveram condutores durante os últimos mais de 100 anos”.

A resposta da NHTSA é uma excelente notícia não só para a Google, mas para todas as empresas que estão a investir na tecnologia, significando um grande passo para o reconhecimento legal que possibilita que os carros autónomos circulem na estrada.